Funpresp-Jud supera novamente meta de rentabilidade do semestre

 In Destaques, Notícias Institucionais, Patrocinador

O Plano de Benefícios da Funpresp-Jud encerrou o primeiro semestre de 2017 com 5,79% de rentabilidade líquida, ficando acima do índice de referência (3,25%) no período, assim como do CDI (5,65%) e da poupança (3,54%). Já o resultado real do Plano de Benefícios foi equivalente a 4,56% (resultado nominal líquido descontado da inflação), pois o IPCA atingiu 1,18%. Assim, o resultado do semestre já superou a meta de rentabilidade real para o ano (IPCA + 4,50%, descontados os custos dos investimentos).

A carteira de investimentos do Plano de Benefícios finalizou o período com aproximadamente 95,6% dos recursos em Renda Fixa, 0,7% em Renda Variável e 3,7% em Investimento no Exterior.

O detalhamento do segmento de Renda Fixa é de 61,5% em CDI, 33,2% IPCA (20,9% em Títulos Públicos: NTN-B Ago/18, Mai/2019, Mai/2021, Ago/2022, 2026 MTC, 2035 MTC, 2045 MTC e 2055 MTC; 11,2% em Títulos Privados: Letras Financeiras do Bradesco Nov/17, Abr/18, Dez/18, Abr/19 e Jul/21 e do Banco Safra Mar/19; 1,0% em Fundos de Investimento IPCA IDkA 2A e IMA-B5), e 0,8% em Prefixados (Fundos de Investimento IRF-M1 e IRF-M1+). Os investimentos em Renda Variável encontram-se integralmente em Fundo de Investimento Ibovespa e no Exterior estão alocados em Fundos de Investimento BDR Nível I e Fundos de Investimento no Exterior MSCI World (JP Morgan e Schroder).

O patrimônio total administrado pela Fundação no final de junho alcançou R$ 124,6 milhões, sendo R$ 109,9 milhões no Plano de Benefícios e R$ 14,8 milhões no Plano de Gestão Administrativa.

Para o Diretor de Investimentos da Funpresp-Jud, Ronnie Tavares, “a gestão dos investimentos efetuada de maneira conservadora vem garantindo resultados expressivos sem a necessidade de se incorrer em riscos desnecessários”. E complementou: “Embora o resultado de 2017 esteja praticamente assegurado, os próximos anos serão bastante desafiadores para a gestão dos investimentos da Fundação por conta do forte declínio nas taxas de rendimentos dos ativos de renda fixa domésticos, os quais formam a base de investimentos da Fundação. Assim, será necessário efetuar alteração na estratégia de alocação dos recursos do Plano de Benefícios, com a assunção de maior risco nos investimentos por meio do alongamento nos prazos de aplicação no segmento de Renda Fixa e maior diversificação dos ativos, algo que já teve início com a retomada gradativa de aplicações em títulos públicos federais de médio e longo prazos e aumento nos investimentos no exterior”.