Supervisão das Entidades Sistemicamente Importantes (ESI) foi o tema do Ciclo de Palestras

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A palestra proferida pelo Diretor de Fiscalização da Superintendência Nacional de Previdência Complementar – Previc, Sr. Sérgio Djundi, sobre “Supervisão das Entidades Sistemicamente Importantes (ESI)” foi realizada em 3 de outubro, no auditório da Funpresp-Jud, em Brasília.

O evento é parte do programa de capacitação da Fundação e contou com a presença de membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal e da Diretoria Executiva e demais colaboradores da Entidade.

O Diretor iniciou falando da Supervisão e da Gestão Baseadas em Riscos e sobre a mudança organizacional da Previc.  Apresentou o Plano de Ação 2017/2018 e os pilares de atuação da Superintendência: regulação, supervisão prudencial e relação institucional.

Djundi falou também sobre a metodologia de trabalho da fiscalização das ESI e que a previsão para iniciar na Funpresp-Jud é janeiro de 2018, com a designação de uma equipe de auditores especializada da Supervisão Permanente primeiramente para um diagnóstico.

A equipe conhecerá as áreas e seus processos de trabalho e, ao final, emitirá um relatório com o diagnóstico identificado e eventuais recomendações.

A Previc pretende trabalhar em parceria com as Fundações, mitigando os riscos de modo aprimorar a governança e os controles internos.

O Diretor ponderou que a Funpresp-Jud ainda está em formação, por isso, acredita que o trabalho será um pouco diferente e que fluirá com facilidade e mais profundidade dada a sua estrutura e o perfil conservador dos investimentos até o momento.

O Presidente do Conselho Deliberativo, Sr. Amarildo Vieira, analisou que o acompanhamento mais próximo da Previc é muito importante para fortalecer a imagem de credibilidade, transparência e boa governança da Funpresp-Jud para os participantes.

Sérgio finalizou dizendo que tem tranquilidade pela composição da Diretoria e equipe da Entidade, que começou de forma estruturada vislumbrando o crescimento e evolução que estão por vir. Comentou ainda que a construção de uma boa cultura deve ser perseguida para que a governança continue a ser positiva na medida que a Fundação cresça.

A Diretoria, Conselheiros e equipe participaram ativamente perguntando e tirando as principais dúvidas sobre a supervisão.