Funpresp-Jud altera plano de retorno ao trabalho presencial

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A Diretoria Executiva (Direx) da Funpresp-Jud decidiu, em reunião realizada na segunda-feira (7/12), alterar o plano de retorno ao trabalho presencial. Em andamento desde o mês de outubro, o plano se baseia na Metodologia 10-4, com grupos alternados de trabalho na sede. Desde segunda (7/12), ficou suspenso o trabalho presencial, sendo permitido apenas para os empregados que se manifestarem de forma expressa e formal e que apresentarem o resultado negativo do exame RT-PCR (Transcrição reversa seguida de reação em cadeia da polimerase). A decisão acompanha o aumento do número de casos e mortes pela Covid-19 no Distrito Federal, bem como o registro de empregados infectados.

Na última quinta-feira (3/12), a Diretoria Executiva realizou videoconferência com a equipe para falar sobre o plano de retorno ao trabalho presencial e sobre os desdobramentos da Pesquisa de Clima realizada este ano, que apresentou índice de favorabilidade geral de 84,4%.

Na ocasião, o Diretor-Presidente da Funpresp-Jud, Amarildo Vieira de Oliveira, lembrou da rapidez na tomada de decisões pela Direx no início da pandemia, com a implantação do trabalho remoto e das medidas de segurança adotadas. Rapidez, inclusive, também verificada nos últimos dias, uma vez nesta segunda-feira (7/12) já houve alteração do plano de retorno presencial. Amarildo também destacou a constante preocupação dos Diretores com a saúde e a vida de todos os empregados, inclusive com a realização de estudos e monitoramento diário da pandemia pelo Diretor de Investimentos, Ronnie Tavares.

O Diretor de Investimentos apresentou dados recentes referentes ao Distrito Federal, analisando a evolução da pandemia desde março, com destaque para a reversão da queda de casos verificada nas últimas semanas, o que seria indicativo de início de uma segunda onda, assim como a estabilidade dos óbitos. Também falou sobre o nível da ocupação de leitos públicos e privados de UTI-COVID e informou sobre o último Boletim da UnB (PrEpidemia) acerca do Fator R, que se encontra em elevação, e da proporção estimada da população recuperada na data de 23/11, de 44 a 52%. “A Diretoria está atenta. Fazemos observação diária de informações, não só de notícias, mas de coleta de dados de várias fontes (Min. Saúde, GDF, Unb, entre outros), para tomarmos as melhores decisões”, explicou.

Marco Antônio Garcia, Diretor de Administração, destacou o alto índice geral de favorabilidade obtido na primeira Pesquisa de Clima realizada na Fundação, de 84,42%. Ele também posicionou os empregados sobre as análises e desdobramentos dos resultados.

Dos seis pontos que obtiveram índices mais baixos, três deles terão rápida solução, segundo o Diretor. São eles: condições de trabalho, relacionamento entre as áreas e oferecimento de canais de comunicação eficientes para expressar críticas, elogios e sugestões. Os outros três necessitarão de maior aprofundamento para entender as possíveis correções no horizonte temporal de trabalho. São eles: remuneração e carreira, gestão do desempenho e qualidade de vida. Segundo Marco, a Diretoria dará atenção ao tema, em busca de melhorias.