Funpresp-Jud obtém resultado positivo pelo quarto mês consecutivo

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Na quarta-feira (14/7), a Funpresp-Jud divulgou o Relatório de Investimentos referente ao mês de junho/2021. Pelo quarto mês consecutivo, a Fundação obteve resultado positivo dos seus investimentos. Em junho, o Plano de Benefícios da Funpresp-Jud apresentou retorno de 0,37% em termos nominais e -0,16% em termos reais, abaixo do benchmark do PB no mês (0,87% em termos nominais e 0,34% em termos reais). No acumulado de 2021, o retorno nominal foi de 3,01% e real de -0,73%, ante 5,85% e 2,00% do benchmark em termos nominais e reais, respectivamente.

Já as Reservas do Plano de Benefícios encerraram o mês com retorno de 0,26% em termos nominais e -0,27% em termos reais, também inferior ao benchmark no período. No acumulado de 2021, o retorno nominal foi de 2,47% e real de -1,25%, ficando também abaixo do benchmark no ano. Essa é a rentabilidade que efetivamente impacta o saldo de conta dos participantes da Fundação.

O Fundo de Cobertura de Benefícios Extraordinários (FCBE) encerrou o mês com retorno de 1,07% em termos nominais e 0,53% em termos reais, ficando acima do benchmark no período. No acumulado de 2021, o retorno nominal foi de 6,45% e real de 2,59%, acima do benchmark no ano.

Em junho, a carteira de investimentos do Plano de Benefícios finalizou o período com 74,4% dos recursos em Renda Fixa, 11,9% em Renda Variável, 3,0% em Investimentos Estruturados, 7,8% em Investimentos no Exterior e 2,9% em Imobiliário.

Segundo a Diretoria de Investimentos, tanto a conjuntura internacional como a doméstica apresentaram melhora no mês de junho, fazendo com que os preços dos ativos apresentassem comportamento desigual entre os diversos segmentos. Foram obtidos retornos positivos nos ativos de Renda Fixa em geral, exceto IMA-B5, e no Ibovespa, e negativos para investimentos no Exterior, Índice de Dividendos e Imobiliário.

Sendo assim, as Reservas do Plano de Benefícios continuaram a apresentar retorno positivo no mês, embora abaixo do benchmark tanto no período quanto no acumulado de 2021 por conta da elevada inflação corrente. Já em relação ao FCBE, os retornos continuam consistentes e estão acima do benchmark no acumulado do ano, principalmente por contar com parcela expressiva dos ativos de Renda Fixa com critério de contabilização de Marcação pela Curva (MTC), não sofrendo os efeitos negativos da perda de valor ainda verificada nos títulos mais longos para o acumulado de 2021.

Leia o Relatório aqui.