Entrevista: Diretor de Administração da Funpresp-Jud comenta Pesquisa de Clima

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A primeira Pesquisa de Clima realizada pela Funpresp-Jud certamente faz parte das importantes conquistas alcançadas pela Fundação em 2020. Aplicada de 30 de setembro a 2 de outubro deste ano, a Pesquisa alcançou alto índice geral de favorabilidade, de 84,42%, e o expressivo percentual de 86,11% de participação dos empregados. Temas como equipe de trabalho, liderança, capacitação, imagem e comprometimento, condições de trabalho, comunicação, relacionamento entre as áreas, qualidade de vida, estrutura e funcionamento da empresa, carreira, gestão do desempenho, remuneração e reconhecimento fizeram parte do questionário. Para comentar o resultado e falar sobre os próximos desdobramentos da Pesquisa, conversamos com o Diretor de Administração da Funpresp-Jud, Marco Antônio Garcia. Confira!

Esta foi a primeira Pesquisa de Clima realizada pela Funpresp-Jud com os seus empregados. O que motivou a Fundação a realizá-la neste momento, após sete anos de atividades?

Marco Antônio Garcia – Após 7 anos de existência e algumas marcas expressivas atingidas, tais como o alcance da adesão de 20.000 participantes e a superação de R$ 1 bilhão de reais de patrimônio sob gestão, percebemos que seria importante verificar se o clima organizacional e a satisfação dos empregados em trabalhar na Funpresp-Jud também estariam acompanhando essa rápida evolução.

A Pesquisa contou com a participação de 86,11% dos empregados. Qual a sua opinião sobre a participação tão expressiva?

Marco Antônio Garcia – A consciência coletiva de todo o corpo funcional a respeito dos aspectos básicos de um bom ambiente de trabalho, e a busca por possíveis melhorias certamente representaram a grande motivação para que quase todo o contingente de empregados participasse voluntariamente da Pesquisa de Clima organizacional.

O índice geral de favorabilidade também foi alto, de 84,42%. Foi uma surpresa para a Diretoria Executiva? A que fatores você atribui resultado tão positivo?

Marco Antônio Garcia – A Diretoria Executiva tinha uma percepção bastante favorável ao resultado da pesquisa, porém, o índice de 84,42% de favorabilidade superou todas as expectativas. Esse resultado demonstra que o caminho pavimentado na construção e no desenvolvimento da Entidade está no rumo certo. Trata-se de um resultado que coloca a nossa Entidade em um seleto grupo das melhores empresas para se trabalhar. Isso é digno de orgulho e deve ser comemorado por todos os stakeholders da Fundação.

De todos os itens com avaliação positiva, qual mais se destacou para você?

Marco Antônio Garcia– São vários. Se observarmos as 10 perguntas que receberam as maiores notas, todas acima de 95% de favorabilidade, chamam a atenção palavras como RESPEITO, QUALIFICAÇÃO, COLABORAÇÃO, CAPACITAÇÃO e ZELO PELA IMAGEM DA FUNDAÇÃO, e todas elas sempre empregadas na interação entre chefia e subordinado. Isso é muito bom, pois demonstra que a busca incessante por automatização de processos não diminui a importância do relacionamento social no ambiente de trabalho.

Sentimentos de pertencimento e satisfação também foram percebidos quando a maior parte dos empregados manifestou que desejava permanecer e construir uma carreira na Fundação, concorda?

Marco Antônio Garcia- Sem dúvida. Quando foi perguntado aos empregados “como você se imagina daqui a 5 anos”, as respostas demonstraram que 77,42% dos empregados se veem trabalhando na Funpresp-Jud, sejam em outra área, no mesmo cargo ou em um cargo melhor. Além disso, uma das perguntas que obteve melhor avaliação foi: “Os empregados têm orgulho de trabalhar na Funpresp-Jud”. Isso é uma demonstração de que estamos no caminho certo de um de nossos objetivos estratégicos: “Atrair e Reter Talentos”, que se insere na perspectiva de Aprendizado e Crescimento.

Desde que os resultados foram divulgados, várias reuniões já foram realizadas para aprofundar as informações e para desenvolver um plano de ação. Quais serão os próximos passos?

Marco Antônio Garcia- Para os quesitos considerados como “Favoráveis”, eles deverão ser fortalecidos, por meio de práticas organizacionais, de modo que possam permanecer nesse patamar nas próximas pesquisas de clima. Os resultados classificados como “Satisfatórios”, porém em percentuais menos elevados que os “Favoráveis”, deverão ser acompanhados e trabalhados para que, em futuros diagnósticos, se mantenham ou alcancem nível superior.