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Funpresp-Jud divulga resultado de agosto dos investimentos

A Funpresp-Jud divulgou o Relatório de Investimentos referente ao mês de agosto. Leia aqui. No referido mês, o Plano de Benefícios (PB) apresentou retorno de -0,39% em termos nominais e -1,25% em termos reais, abaixo do benchmark do PB no mês (1,23% em termos nominais e 0,36% em termos reais). No acumulado de 2021, o retorno nominal foi de 2,62% e real de -2,89%, ante 8,56% e 2,73% do benchmark em termos nominais e reais, respectivamente.

Já as Reservas do PB encerraram o mês com retorno de -0,58% em termos nominais e -1,44% em termos reais, também inferior ao benchmark no período. No acumulado de 2021, o retorno nominal foi de 1,74% e real de -3,72%, ficando também abaixo do benchmark no ano. Essa é a rentabilidade que efetivamente impacta o saldo de conta dos participantes da Fundação.

O Fundo de Cobertura de Benefícios Extraordinários (FCBE) encerrou o mês com retorno de 0,76% em termos nominais e -0,11% em termos reais, ficando abaixo do benchmark no período. No acumulado de 2021, o retorno nominal foi de 8,17% e real de 2,37%, abaixo do benchmark no ano.

Em agosto, a carteira de investimentos do Plano de Benefícios finalizou o período, sob a ótica dos ativos, com 75,6% dos recursos em Renda Fixa, 10,7% em Renda Variável, 2,9% em Investimentos Estruturados, 8,1% em Investimentos no Exterior e 2,7% em Imobiliário.

No Relatório de Investimentos deste mês, assim como nos demais divulgados pela Funpresp-Jud, o participante encontra uma análise sobre o cenário econômico e sobre as perspectivas futuras sobre os investimentos realizados pela entidade.

De acordo com o Relatório de Investimentos, no mês de agosto, assim como em julho, as preocupações mundiais estiveram voltadas à disseminação da variante Delta do coronavírus. As preocupações mais recentes giram em torno do arrefecimento do crescimento mundial, diante de um cenário de inflação persistente, intrinsicamente relacionado à doença.

Com isso, o ambiente tem sido cada vez mais de cautela por parte dos investidores, tanto nacionais quanto estrangeiros, uma vez que a tomada de riscos se torna, também, mais indissociável quando se fala na busca por rendimentos. Nesse cenário, é importante compreender os possíveis efeitos da excessiva elevação da volatilidade no comportamento dos ativos, principalmente em economias emergentes.

Especificamente no Brasil, para os próximos meses, o cenário é de continuidade da forte deterioração inflacionária vista até o momento, que, somada ao cenário incipiente de disputas eleitorais para o próximo ano, adicionam desafios ao processo de gestão de carteiras.

Entretanto, períodos de maior volatilidade e de perda de valor dos ativos abrem a possibilidade de aquisição desses ativos com melhores perspectivas de retorno, algo que a Fundação vem realizando de maneira bastante cautelosa, tanto para as Reservas dos Participantes quanto para o FCBE, dado o cenário prospectivo mencionado.

O Relatório de Investimentos destaca, ainda, que a probabilidade de a Fundação atingir a meta de IPCA + 4,15% em 2021 para as Reservas do plano de benefícios é reduzida.

Também é preciso considerar que a Política de Investimentos 2021-2025 indicou incremento relevante de risco nas aplicações das Reservas do Plano de Benefícios, com o objetivo de atingir o benchmark estabelecido em um ambiente de taxas de juros reduzidas, com consequente maior volatilidade nos resultados, principalmente em períodos mais curtos de avaliação. Por conta disso, o objetivo é o atingimento da meta de rentabilidade em um horizonte de investimento de cinco anos, mesmo que não seja alcançada em cada um dos anos individualmente, mas sim ao final de todo o período.

Já em relação ao FCBE, os retornos continuam consistentes, porém levemente abaixo do benchmark acumulado do ano. Apesar de contar com parcela expressiva dos ativos de Renda Fixa com critério de contabilização de Marcação pela Curva (MTC), não sofrendo os efeitos negativos da perda de valor da Marcação a Mercado (MTM) verificada nos títulos de médio e longo prazos em 2021, a carteira começou a ser penalizada pela deterioração da inflação comentada.

Em um cenário adverso e desafiador, a Funpresp-Jud preza por uma postura de cautela nos investimentos, com estruturas de proteção de parcela dos ativos de Renda Variável, que inclusive têm suavizado o resultado acumulado no ano, buscando equilibrar o nível de risco e retorno de maneira que resguarde a saúde previdenciária do participante, embora esteja sendo possível, em momento pontuais e específicos, aproveitar os preços mais atraentes dos ativos, com uma visão de médio e longo prazos.

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